O que dá para fazer até o socorro chegar
Primeiros socorros não é medicina. É um conjunto de ações simples que mantém a vítima viva e evita que a situação piore até o atendimento especializado. Saber acionar o SAMU (192) ou os Bombeiros (193) com as informações certas, posicionar uma pessoa desacordada, fazer compressões torácicas ou parar um sangramento já muda o desfecho de muitos acidentes.
O curso também ensina o que não fazer: mover uma vítima de queda sem necessidade, dar água para quem está desacordado, passar pasta de dente em queimadura. Erros bem-intencionados são comuns e evitáveis.
Para quem é
- Pessoas indicadas pela empresa para cuidar do material de primeiros socorros, como exige a NR-7.
- Integrantes da brigada de emergência, junto com a formação de brigada.
- Equipes de resgate e vigias de espaço confinado e de trabalho em altura.
- Líderes de turno, porteiros, recepcionistas e quem fica em locais com circulação de público.
- Escolas, academias, condomínios e comércios que querem a equipe preparada.
Módulos do treinamento
Avaliação da cena e da vítima
Segurança de quem socorre, nível de consciência, respiração e sinais de gravidade.
Parada cardiorrespiratória
Reconhecimento, compressões em manequim e uso do DEA, quando houver.
Engasgo
Manobras para adultos, crianças e bebês, com prática em dupla.
Sangramentos e ferimentos
Compressão direta, curativos e quando usar torniquete.
Queimaduras e choque elétrico
Primeiros cuidados e como interromper a exposição com segurança.
Fraturas e quedas
Imobilização improvisada e cuidados com suspeita de lesão na coluna.
Mal súbito
Desmaio, convulsão, crise de hipoglicemia e sinais de AVC e infarto.
Acionamento do socorro
Como ligar, o que informar e como receber a equipe na portaria.
Cada módulo tem demonstração pelo instrutor e prática de todos os participantes, em duplas ou pequenos grupos. Quem sai do treinamento já executou as manobras com as próprias mãos, e não apenas assistiu a elas.
Adaptado aos riscos do local
Uma marcenaria precisa treinar cortes graves e amputações. Uma empresa de produtos químicos, contato com olhos e pele. Um centro de distribuição, quedas e esmagamentos. Usamos o PGR e o histórico de acidentes da empresa para dar mais tempo aos cenários que têm mais chance de acontecer ali.
Ao final, o grupo faz simulações com casos montados no próprio ambiente de trabalho, quando possível. É ali que aparecem os problemas reais: o kit trancado, o telefone sem sinal, a portaria que não sabe para onde mandar a ambulância.
Depois do treinamento: manter a prontidão
Habilidade de socorro se perde quando não é praticada. Por isso recomendamos algumas rotinas simples:
- Conferência periódica do kit, com lista do conteúdo e responsável pela reposição.
- Cartaz com telefones de emergência e endereço completo da empresa, perto dos telefones e da portaria.
- Pequenos simulados durante o ano, que podem entrar na SIPAT ou no DDS.
- Nova turma quando há troca de pessoas, para que nenhum turno fique sem gente treinada.
O que a empresa recebe
- Certificado individual e lista de presença.
- Avaliação prática de cada participante.
- Orientação sobre o conteúdo da caixa de primeiros socorros adequado aos riscos.
- Lista de pontos de melhoria observados nas simulações.
Depois do atendimento, a parte burocrática. Acidente de trabalho com empregado exige comunicação. Veja o que fazer no evento S-2210 (CAT).
Também atendemos empresas que querem incluir noções de primeiros socorros na SIPAT, em formato mais curto, como sensibilização para toda a equipe. Esse formato não substitui a capacitação de quem foi designado para cuidar do material de socorro.
Turmas na empresa, em Goiânia e região metropolitana. Peça a proposta pelo WhatsApp (62) 3661-0052.